Limpar e cuidar dos brinquedos ajuda no desenvolvimento infantil

O zelo com um objeto pode estimular a autoconsciência e o cuidado com o outro

Em 26/11 de 2019

Camila Guesa | PiaR COMUNICAÇÃO

O brincar é uma das principais atividades do bebê e da criança. É por meio desse ato que se desenvolvem percepções de espaço, movimento, repetição, estímulos, reações, compartilhamento e noções de erro e acerto. Sua importância é tamanha que, de acordo com o Marco Legal da Primeira Infância (art. 5 e 17), “o brincar e o lazer são áreas prioritárias das políticas públicas para a primeira infância”, devendo estimular a criação de espaços lúdico”.

Com isso, a garotada descobre vínculos e aprende cuidados e situações que as acompanharão para o resto da vida. A rede de franquias de pelúcias personalizáveis, Criamigos, cujas vendas são 80% direcionadas para o público até 12 anos, desperta o cuidado dos seus pequenos consumidores, por meio de acessórios para as tarefas diárias cuja pelúcia vai acompanhá-los.

“Temos roupas de banhos, pijamas, roupas de festas e gala e de dia a dia para que os pequenos possam brincar de trocar seu amigo junto com seus looks, de acordo com cada momento, contribuindo para as tomadas de decisão e cuidados com cada peça, para não perder ou estragar”, pontua a sócia da rede, Natiele Krassmann.

No dia a dia, responsáveis podem lavar e higienizar os itens, retirando o pó a cada quinze dias e estimulando os pequenos a “darem banho” nas pelúcias um mês ao mês, para evitar o acúmulo de ácaro. Segundo a especialista da Criamigos, cada cuidado com a criança pode ser repetido por ela em seu amigo, com os adultos incentivando-a replicação da ação em forma de brincadeira, criando vínculo e independência que, com o tempo, serão naturais e farão parte da rotina.

“Tendo a ‘responsabilidade’ sobre um ‘outro’, os pequenos repetem os movimentos e cuidados dos adultos para com ele, e dedicam mais cuidado no manejo, sem puxar ou rasgar os bracinhos do brinquedo; na hora de prender o cinto no carro; ou limpando a boca do amigo depois de ‘comer’. Mas tudo vai do estímulo da família”, lembra Natiele.

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