Bahiafarma assina contrato com o Ministério da Saúde para fornecer medicamento

Secom Bahia A diretora-geral da Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), Julieta Palmeira, assinou contrato com o Ministério da Saúde, em Brasília, para fornecer o medicamento cabergolina 0,5 mg ao Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 30 de abril deste ano. O fornecimento é destinado […]

Em 13/04 de 2015

Secom Bahia

Foto: Carol Garcia/GOVBA

Foto: Carol Garcia/GOVBA

A diretora-geral da Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), Julieta Palmeira, assinou contrato com o Ministério da Saúde, em Brasília, para fornecer o medicamento cabergolina 0,5 mg ao Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 30 de abril deste ano. O fornecimento é destinado aos 26 estados e o Distrito Federal e envolve mais de dois milhões de comprimidos somente em 2015.

Até o momento importado, o medicamento é resultado da parceria de desenvolvimento produtivo entre a Bahiafarma, que detém o registro do remédio na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e a indústria farmacêutica brasileira Cristália, que adquiriu a tecnologia fora do País e está em fase avançada de incorporação pela Bahiafarma. O fornecimento ao SUS da cabergolina beneficia pessoas com acromegalia, alteração hormonal que promove crescimento de nariz e orelhas, e quem sofre distúrbios hormonais relacionados à prolactina, que afetam o mecanismo do leite materno.

Segundo a diretora da Bahiafarma, a cabergolina é o primeiro medicamento da Bahiafarma a ser adquirido pelo Ministério da Saúde em compra centralizada e a ser distribuído ao Sistema Único de Saúde de todo o País. “É uma conquista do Governo da Bahia e um orgulho poder contribuir para a incorporação desse medicamento pelo SUS”.

A cabergolina 0,5 mg está sendo adquirida pela metade do preço – por ser produzido no Brasil – representando economia para o País e permitindo que mais recursos sejam utilizados para ampliar o acesso a outros medicamentos e para atenção à saúde da população. O medicamento será enviado às secretarias de Saúde, que vão distribuir para a população.

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