“O Estado vai na contramão da triste política cultural do país”, afirma maestro Carlos Prazeres

A publicização não retira do Estado a responsabilidade de assegurar investimentos na Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba). Durante a solenidade de assinatura do contrato de publicização, na terça-feira (4), o maestro Carlos Prazeres, regente titular da Osba, comentou que o Governo do Estado está “indo heroicamente na contramão de uma triste política cultural deste país, […]

Em 13/04 de 2017

Foto: Pedro Moraes/GovBA

A publicização não retira do Estado a responsabilidade de assegurar investimentos na Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba). Durante a solenidade de assinatura do contrato de publicização, na terça-feira (4), o maestro Carlos Prazeres, regente titular da Osba, comentou que o Governo do Estado está “indo heroicamente na contramão de uma triste política cultural deste país, de pessoas que pensam que tirando centavos da cultura, estão justificando uma suposta economia, logo quando tantos precisam da cultura. A cultura é um investimento. Nós vamos saber honrar esse voto de confiança”.

Na cerimônia, realizada no palco da sala principal do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador, o governador Rui Costa destacou que o orquestra continuará mantida pelo Estado, mesmo sendo administrada por uma Organização Social (OS) sem fins lucrativos.

“Estamos dando novos parâmetros de flexibilidade à existência da Osba. Os recursos públicos continuam; nós não vamos diminuir em nada. A partir daqui, ela vai ter novas possibilidades e o Governo do Estado continuará apoiando fortemente”, afirmou Rui. Com a mudança, a Osba fará parte do Programa Estadual de Organizações Sociais.

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