Medicamentos: Especialista explica como driblar reajuste de preços

Press Works Aumento autorizado pelo Governo não será total e nem imediato, segundo comparador de preços do setor Cliquefarma Com o anúncio do primeiro reajuste de medicamentos de 2017, divulgado pelo Governo Federal nesta sexta-feira (31), drogarias de todo o Brasil podem cobrar até 4,76% a mais nos remédios. Segundo o Cliquefarma, comparador de preços […]

Em 04/04 de 2017

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Aumento autorizado pelo Governo não será total e nem imediato, segundo comparador de preços do setor Cliquefarma

Medicamentos-Especialista-explica-como-driblar-reajuste-de-precos-01Com o anúncio do primeiro reajuste de medicamentos de 2017, divulgado pelo Governo Federal nesta sexta-feira (31), drogarias de todo o Brasil podem cobrar até 4,76% a mais nos remédios. Segundo o Cliquefarma, comparador de preços on-line do segmento, entretanto, esse aumento não deve ser igual para todo produto ou rede, além de demorar até três meses para ser repassado ao consumidor.

“O reajuste é referente ao preço máximo que pode ser cobrado do consumidor (PMC), mas esse é um valor que as farmácias quase nunca praticam”, explica o sócio-fundador do Cliquefarma, Ângelo Alves. “Com a crise, as drogarias concedem descontos para manterem-se competitivas, buscando a movimentação dos estoques”.

Segundo Ângelo, o que costuma se seguir ao reajuste é, muitas vezes, diminuir ou deixar de haver um desconto – e, por isso, os valores nunca chegam ao máximo. Em 2016, por exemplo, o PMC do creme para o tratamento de manchas na pele Vitanol A foi fixado em R$ 38,10. Quase um ano depois, em março de 2017, o produto ainda tinha custo médio menor, de R$ 32,76 por conta dos descontos, de acordo com dados do Cliquefarma.

No caso do fungicida Gyno-canesten (1% creme 35g), da Bayer, a diferença de preço era ainda maior: com PMC fixado em R$ 58,83 desde 2016, seu valor médio até o mesmo mês deste ano era de R$ 49,07, ou seja, quase R$ 10 a menos. “Diferentes redes praticam diferentes aumentos para diferentes medicamentos”, explica Ângelo.

Como economizar
É importante pesquisar na internet antes de comprar. Foi isso que a consumidora Marjorie Borges passou a fazer quando seu pai, de 74 anos, desenvolveu um problema cardíaco crônico. Ao precisar adquirir mensalmente o medicamento Xarelto (20 mg), ela partiu em busca de ferramentas de comparação de preços on-line e descobriu o Cliquefarma.

“O Xarelto custa em torno de R$ 280, mas comparando entre farmácias já cheguei a achar por R$ 190, quase 30% mais barato”, conta. O Cliquefarma compara preços de medicamentos avulsos ou de cestas em mais de 40 farmácias on-line que entregam em todo o Brasil.

Fonte: www.cliquefarma.com.br

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