Lançada pela Abapa a pedra fundamental do Complexo Industrial de Processamento de Caroço de Algodão

Osmar Ribeiro | Virgília Vieira Na manhã dessa sexta-feira, 19, a Abapa – Associação Baiana dos Produtores de Algodão – lançou a pedra fundamental do Complexo Industrial de Processamento de Caroço de Algodão. O novo empreendimento será na BR 020 – Km 145 – Fazenda Mangabeira, distrito de Roda de Velha, no município de São […]

Em 20/12 de 2014

Osmar Ribeiro | Virgília Vieira

A cerimônia contou com a presença de produtores e autoridades políticas da região | Foto: Osmar Ribeiro

A cerimônia contou com a presença de produtores e autoridades políticas da região | Foto: Osmar Ribeiro

Na manhã dessa sexta-feira, 19, a Abapa – Associação Baiana dos Produtores de Algodão – lançou a pedra fundamental do Complexo Industrial de Processamento de Caroço de Algodão. O novo empreendimento será na BR 020 – Km 145 – Fazenda Mangabeira, distrito de Roda de Velha, no município de São Desidério, Oeste da Bahia. O montante de aproximadamente R$ 60 milhões que será investido na obra, a Apaba terá uma unidade com capacidade para processar 500 toneladas de caroço de algodão por dia, o que gerará emprego e renda para o município de São Desidério.

Segundo a atual presidente da Abapa, Sra. Isabel da Cunha, o projeto deste complexo começou a ser idealizado e construído no ano de 2012, e objetiva a verticalização da cadeia produtiva do algodão baiano, e vai agregar valor à produção e garantir a sustentabilidade da associação.

“Com esse investimento teremos uma unidade de processamento gerando mais de 100 empregos diretos na produção de óleo, farelo e línter. Nossos esforços estão sempre voltados para atender o produtor da melhor maneira e oferecer os melhores serviços. Essa indústria é um exemplo disso”, relatou Isabel.

Descerramento da placa pela presidente da Abapa, Isabel Cunha | Foto: Osmar Ribeiro

Descerramento da placa pela presidente da Abapa, Isabel Cunha | Foto: Osmar Ribeiro

O novo presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), e diretor da Abapa, João Carlos Jacobsen, falou da importância das associações estaduais desenvolverem projetos sólidos que tragam sustentabilidade para as entidades. “Temos trabalhado dentro da Abrapa, para que as associações estaduais usem os recursos disponíveis hoje, em projetos que tragam sustentabilidade à associação e com isso tenham recursos para custear seus próprios projetos. Essa fábrica foi pensada no intuito de trazer benefícios para o produtor e receita para que a Abapa faça frente às despesas de ações e projetos desenvolvidos”, disse Jacobsen.

Celestino Zanella, presidente da Abapa, eleito para o biênio 2014-2015, discursa no evento | Foto: Osmar Ribeiro

Celestino Zanella, presidente da Abapa, eleito para o biênio 2014-2015, discursa no evento | Foto: Osmar Ribeiro

O presidente da Abapa, eleito para o biênio 2014-2015, Celestino Zanella, ressaltou a satisfação em iniciar o processo industrial da cadeia produtiva do algodão na região. “Mesmo que essa unidade não gere o retorno financeiro desejado, é certo que ele agregará valor a nossa produção, e esse resultado já valerá a pena. Fico satisfeito em ver iniciar esse processo industrial. Com o comprometimento de todos, iremos conseguir realizar esse projeto e fazer com que ele cresça”, disse o presidente que assumirá a Abapa a partir do dia 1º de janeiro.

O prefeito de São Desidério, Demir Barbosa, ressaltou a gratidão do município em receber mais esse investimento do setor agrícola. “Os produtores rurais chegaram em nossa região e transformou São Desidério no maior produtor de algodão do país, somos o maior produtor de grãos do norte/nordeste, e hoje somos destaque por ter o maior PIB agrícola do país. Somos gratos aos produtores e estaremos nesse e em outros projetos, apoiando no que for preciso, principalmente na infraestrutura”, ressaltou o prefeito.

Segundo o novo presidente da Abapa, Celestino Zanella, o início das obras está previsto para o primeiro trimestre de 2015, “iniciaremos a construção e esperamos concluir a obra em dois anos”, afirmou Zanella.

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