Governo assina ordem de serviço para recuperação de nascentes dos rios Pojuca, Subaé e Paraguaçu

As bacias hidrográficas dos rios Pojuca, Subaé e Paraguaçu receberão investimentos da ordem de R$ 2,8 milhões para recuperação florestal em Áreas de Preservação Permanente (APP). A ordem de serviço, no valor de R$ 500 mil, para início imediato dos trabalhos foi assinada na tarde da quarta-feira (10) no gabinete da Secretaria de Infraestrutura Hídrica […]

Em 12/01 de 2018

As bacias hidrográficas dos rios Pojuca, Subaé e Paraguaçu receberão investimentos da ordem de R$ 2,8 milhões para recuperação florestal em Áreas de Preservação Permanente (APP). A ordem de serviço, no valor de R$ 500 mil, para início imediato dos trabalhos foi assinada na tarde da quarta-feira (10) no gabinete da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (Sihs). As atividades serão realizadas mediante convênio estabelecido entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Sihs, vencedora do edital para utilização dos recursos do Fundo Nacional do Meio Ambiente.

A implementação do projeto abrangerá uma área de 806 hectares para um total de 252 nascentes, contemplando as ações de plantio de mudas, semeadura e/ou cercamento de nascentes. Todas as intervenções programadas para o desenvolvimento do trabalho terá um horizonte de ação que se estenderá até janeiro de 2021. As áreas selecionadas estão localizadas nos municípios de Araçás, Catu, Feira de Santana, Santo Amaro, Morro do Chapéu, Lençóis e Palmeiras. “O ponto de partida estratégico inclui ainda a preservação da estabilidade geológica, biodiversidade, geração de trabalho e ampliação do bem-estar da população que vive no entorno das APP´s”, esclareceu o secretário Cássio Peixoto.

As etapas preliminares componentes da atividade consideram as seguintes fases: Divulgação do Projeto; Mobilização de beneficiários diretos, incluindo a assinatura de termos de compromisso, coleta de dados e cadastramento dos beneficiários no Cadastro Ambiental Rural (CAR) / Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (Cefir), que conduzirão ao diagnostico do imóvel rural, bem como ao georreferenciamento das nascentes. “Todas estas etapas vêm associadas à realização de ações de educação ambiental, elaboração de projetos definidores do escopo das intervenções e de estudos regionalizados que subsidiarão a elaboração do Plano Regional para Pagamento de Serviços Ambientais – PSA’s”, complementou Peixoto.

Fonte: Ascom/ Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (Sihs)

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