2ª Visita Técnica apresenta novas cultivares do algodão

Virgília Vieira | Ascom Abapa Produtores, pesquisadores, gerentes de fazendas, fornecedores, consultores da região e técnicos do Programa Fitossanitário da Abapa, participaram nos dias 08 e 09 de julho, da 2ª Visita Técnica para Adoção de Novas Cultivares de Algodão. O evento teve como objetivo otimizar a difusão de novas cultivares de algodoeiro com características […]

Em 22/07 de 2015

Virgília Vieira | Ascom Abapa

Campo demonstrativo da Círculo Verde, em Luís Eduardo Magalhães | Foto: Virgília Vieira

Campo demonstrativo da Círculo Verde, em Luís Eduardo Magalhães | Foto: Virgília Vieira

Produtores, pesquisadores, gerentes de fazendas, fornecedores, consultores da região e técnicos do Programa Fitossanitário da Abapa, participaram nos dias 08 e 09 de julho, da 2ª Visita Técnica para Adoção de Novas Cultivares de Algodão. O evento teve como objetivo otimizar a difusão de novas cultivares de algodoeiro com características de alta adaptabilidade ao cerrado baiano e com alto potencial produtivo e qualitativo. A ação faz parte do projeto desenvolvido pela Fundação Bahia, Embrapa e Abapa, com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).

Segundo o engenheiro agrônomo, Dr. Eleusio Freire, mestre em Agronomia e doutor em Genética e Melhoramento de Plantas, há pouca informação sobre as 28 cultivares transgênicas e quatro convencionais disponibilizadas no mercado. “Desenvolvemos um projeto na região, onde estamos avaliando as cultivares existentes no mercado, são muitas as variedades e pouco conhecimento. Formamos uma equipe de 10 a 15 pessoas, que acompanha o desenvolvimento das novas cultivares. Para isso, foram instalados campos demonstrativos, onde fazemos sequencialmente rodadas de avaliação. Esses levantamentos vão ajudar o produtor a escolher as melhores variedades”, disse. Os campos demonstrativos foram instalados na Fazenda Mizote Sede, Fazenda Carvalho, Fazenda Copacel, Fazenda Kelly, Pivô Circulo Verde e Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO).

“Esse trabalho foi iniciado com o levantamento das variedades plantadas na região. Através da participação dos consultores, vimos a importância de mostrarmos o que se faz na região e os resultados. Esse primeiro trabalho foi em cima das variedades, mas junto com os consultores já estamos elaborando outras iniciativas para atender cada vez mais as demandas dos produtores”, disse a vice-presidente da Fundação Bahia, Zirlene Pinheiro.

Durante a programação, foram realizadas visitas no Campo Experimental da Fazenda Mizote, em Roda Velha, distrito de São Desidério e no Campo de Validação da Círculo Verde, em Luís Eduardo Magalhães. Segundo o diretor da Abapa, e coordenador do Programa Fitossanitário da Bahia, Celito Breda, existem bons materiais hoje de algodão e soja do sistema Embrapa/Fundação Ba, só que eram pouco mostrados. “Agora, com essa iniciativa, os materiais serão mais vistos e com certeza terão maior participação no mercado de sementes da região do Matopiba. Os produtores sempre nos cobram que testemos e divulguemos mais esses materiais. Este trabalho deverá ser feito, na safra 2015/2016, em soja/milho e algodão. É um trabalho totalmente isento e dará respaldo às decisões dos produtores da região”, ressaltou Breda.

Deixe seu comentário

*
*
Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Falabarreiras. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Falabarreiras poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto. É possível digitar até 600 caracteres. Os comentários que estiverem escritos em letras maiúsculas e tiverem links serão rejeitados.