01/fevereiro/2019- Atualizado em 03/02/2019 9:05:24

Saúde municipal: Prefeitura transforma o Centro de Saúde da criança Emilly Raquel em Unidade Básica de Saúde

Sob severas críticas de uma parte da população barreirense, a administração municipal ampliou os serviços de atendimento à saúde do Centro de Saúde da Criança Emilly Raquel, transformando-o em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A unidade, que antes funcionava somente com serviços pediátricos, teve seu serviço de atendimento ampliado para toda a família.

A solenidade de entrega pelo Prefeito Zito Barbosa foi nesta sexta-feira (01), e contou com a presença de secretários municipais, vereadores e do presidente da Câmara, Eurico Queiroz, entre outras autoridades e populares. Tidas como porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), as UBS têm como objetivo atender até 80% dos problemas de saúde da população, sem que haja a necessidade de encaminhamento para outros serviços, como emergências e hospitais.

Segundo o prefeito, as ações que estão sendo implantadas, visam reestruturar o sistema de saúde no município. “Estamos demostrando que temos preocupação e compromisso com toda a população de Barreiras, e principalmente as crianças. Com essa reestruturação ampliaremos a quantidade de atendimentos na unidade, elevando de dois mil atendimentos somente de crianças, para quinze mil atendimentos a toda população. Os novos serviços que serão ofertados aqui evitarão que os moradores dos bairros vizinhos precisem buscar atendimento em outras unidades mais distantes”, afirmou o prefeito.

Porém, mesmo com o anúncio da ampliação no atendimento, a população continua insatisfeita com a mudança, pois o atendimento que antes era dado às crianças 24h por dia, inclusive aos finais de semana e feriados, agora será somente pelas manhãs e tardes de segunda à sexta-feira. “Nós mães estamos indignadas somente com o fechamento da emergência pediatra à noite, finais de semana e feriados, pois ali tínhamos atendimento exclusivo pediátrico, infelizmente o atendimento na UPA não está bom. Eu, por exemplo, precisei de atendimento pediátrico para minha filha dia 25 de dezembro e lá não havia o profissional, somente no HO, e estava superlotado. Inclusive numa reunião com o secretário de saúde que eu e algumas mães da comissão participamos, o Sr. Anderson Vian disse que o município não é obrigado a manter um pediatra na UPA, e sim um clínico que atenda as crianças. Sendo que no Emilly a qualquer hora do dia, noite, final de semana que chegávamos, tinha pediatra. Pra quê minimizar o que estava bom?” Desabafou Carolina Talita.

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