Assembleia dos policiais militares é adiada para o dia 15 de abril

Priscila Chammas | Correio da Bahia O adiamento é para aguardar a finalização de um documento de reformulação da estrutura da PM, que está sendo elaborado pelo estado, com as reivindicações da categoria Após uma reunião, ontem, entre os representantes de todas as associações de policiais e os secretários da Segurança Pública e de Comunicação, […]

Em 20/03 de 2014

Priscila Chammas | Correio da Bahia

O adiamento é para aguardar a finalização de um documento de reformulação da estrutura da PM, que está sendo elaborado pelo estado, com as reivindicações da categoria

01Após uma reunião, ontem, entre os representantes de todas as associações de policiais e os secretários da Segurança Pública e de Comunicação, Maurício Barbosa e Robinson Almeida, respectivamente, a categoria decidiu adiar para o dia 15 de abril a assembleia que aconteceria amanhã.

Segundo o presidente da Força Invicta, coronel Edimílson Tavares, o adiamento é para aguardar a finalização de um documento de reformulação da estrutura da PM, que está sendo elaborado pelo estado, com as reivindicações da categoria. “O documento só vai ficar pronto no dia 10, então as associações resolveram aguardar”, explicou o coronel.

Na reunião de ontem, foram apresentadas informações técnicas sobre a legislação eleitoral para o ano de 2014, que não permite, por exemplo, reajuste de servidor público a menos de 180 dias das eleições. O comandante-geral da PM, coronel Alfredo Castro, também participou do encontro, que foi avaliado como positivo, tanto pelo governo quanto pelos policiais.

Apesar da assembleia marcada, o presidente da Força Invicta garante que não há indicativo de greve. “Nenhuma das seis associações quer isso”. O presidente da Associação dos Praças da Polícia Militar da Bahia (APPM-BA), Agnaldo Pinto, no entanto, diz que essa possibilidade não está descartada num segundo momento. “O nosso pensamento é fazer a assembleia e deixar pré-agendado outro encontro para sair com indicativo de paralisação, caso o governo não atenda às solicitações”, disse anteontem ao CORREIO.

A categoria, que reúne pelo menos 34 mil homens na ativa no estado, reivindica melhoria salarial, mudanças na política remunerativa, plano de carreira, acesso único ao quadro de oficiais, um código de ética, aposentadoria com 25 anos de serviço para a Polícia Feminina, aumento do efetivo, bacharelado em Direito para os oficiais, além de elevação de toda a tropa para o nível superior até 2018.

Deixe seu comentário

*
*
Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Falabarreiras. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Falabarreiras poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto. É possível digitar até 600 caracteres. Os comentários que estiverem escritos em letras maiúsculas e tiverem links serão rejeitados.