Campanha contra o câncer de mama continua em Barreiras

”É preciso levar informações que conscientizem as mulheres a cuidar da saúde”, Vereadora Silma Alves

Em 07/11 de 2019

Ascom Câmara

O mês de novembro chegou, no entanto, a campanha contra o câncer de mama, continua, afinal, Outubro Rosa é todo dia. Esta foi a mensagem deixada pela mastologista Alba Dias, durante Tribuna Popular realizada pela Câmara de Vereadores, numa indicação da vereadora Silma Alves (PRB), presidente da Comissão da Mulher. “Sou mulher, mãe, vereadora, e como representante da sociedade tenho a obrigação de incentivar as políticas sociais, por meio de ações capazes de sensibilizar a população. É preciso levar informações como estas, que de fato, conscientizem as mulheres a cuidar da saúde”, disse a vereadora.

Durante a apresentação, a médica destacou que atualmente as ações do mês de Outubro estão sendo promovidas com mais frequência e em praticamente todos os órgãos, dada a importância da luta contra o câncer de mama – doença temida por ser a que mais mata as mulheres, por isso, Outubro é o mês simbólico, mas a prevenção deve ser cotidiana porque a incidência é muito alta.

De acordo com Alba Dias, apesar dos números elevados, a mortalidade está diminuindo e um dos motivos é a campanha do Outubro Rosa, criada nos Estados Unidos em 1990 e no Brasil, no ano 2000. A campanha é sempre clara e mostra a importância do diagnóstico precoce e os fatores de risco. A mulher tem que estar atenta à história reprodutiva, sedentarismo, alimentação, fatores genéticos e hereditários. Praticar exercícios físicos e manter dieta equilibrada, reduz a chance do câncer de mama em 28%.

Na Tribuna, a mastologista afirmou que o autoexame é necessário e desmistificou dúvidas sobre a mamografia que deve ser feita, sim, para a detecção da doença. As imagens de lesões benignas e cânceres em estágio ainda inicial, são precisas. Alba Dias, fez referencia também à idade das mulheres para a realização da mamografia, recomendando que o exame seja feito, anualmente, a partir dos 40 anos, e não depois dos 50, já que 40% dos casos estão surgindo antes desta faixa etária.

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