09/abril/2014- Atualizado em 09/04/2014 15:06:06

Alunos de Enfermagem da FASB participam da campanha em favor da construção de um centro de Oncologia em Barreiras

01Ouza Assessoria   Alunos de Enfermagem participaram da campanha desenvolvida pelo Rotary Club Rio de Ondas, intitulada “Mais Vida” que objetiva chamar atenção do poder público e da sociedade, para a necessidade de se ter na região um centro público de oncologia. Os alunos prestaram serviços de aferição de pressão arterial e medição de glicemia. O evento aconteceu na praça das corujas, das 09h às 14h da terça-feira (08).

Durante o evento, foram realizadas palestras sobre câncer de pele, de útero, próstata e de mama, ministradas por profissionais especializados na área, além de fazer um abaixo assinado com a assinatura do público presente e do comércio próximo ao local, para enviar junto a uma carta assinada por todos os parceiros do club, a fim de mobilizar o Governo do Estado para a implantação do centro.

“A região Oeste é muito carente na área da saúde, visto que, sua amplitude é muito grande, e isso não acontece pela falta de profissionais, mas pela falta de compromisso em aumentar o numero de centros especializados como o de oncologia que a cidade e região tanto necessitam”, relata José Itamar Dias dos Santos, estudante do 7º semestre de Enfermagem.

“Essa iniciativa do Rotary é muito importante para nossa cidade, pois além do conhecimento que trazem a população acerca de problemas relacionados ao câncer, também estão tentando trazer esse centro que é fundamental para a região”, conta Joana de Oliveira silva, 61 anos, diretora da creche AMEC.

Segundo Paulo Henrique Costa de Sousa, médico urologista e delegado do Conselho Regional de Medicina da Bahia (CREMEB), existe um projeto desenvolvido pela Secretaria de saúde da Bahia (SESAB) de ampliação do Hospital do Oeste (HO) aonde seria instalado o centro de Oncologia com tratamentos de quimioterapia e radioterapia.

“Barreiras tem condições de ampliar a medicina na cidade. Hoje dispõe de profissionais habilitados em diversas áreas, inclusive oncologistas. Não podemos deixar que pessoas pereçam por falta de tratamento”, conta Paulo Henrique. O médico diz ainda que, na cidade, já existe um centro de Oncologia, mas existem apenas tratamentos de quimioterapia e não tem convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS), impossibilitando o acesso de pessoas menos favorecidas.

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