Produtores reforçam junto ao Governo do Estado o desenvolvimento socioeconômico gerado pelo algodão baiano

A Bahia é hoje o segundo maior produtor de algodão do Brasil

Em 08/01 de 2020

Assessoria de Imprensa Abapa | Araticum Comunicação

Durante encontro com o governador da Bahia em exercício, João Leão, o presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Júlio Cézar Busato, reforçou a importância do setor do algodão para o desenvolvimento socioeconômico da Bahia. A reunião foi realizada nessa terça-feira (7) na sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), pasta ocupada pelo vice-governador. A Bahia é hoje o segundo maior produtor de algodão do Brasil e possui a maior produtividade de algodão não irrigado do Mundo, além do clima e a tecnologia empregada garantir uma das melhores qualidades da fibra do Mundo.

“Todo este resultado é graças ao trabalho e à tecnologia em sementes e de melhoria da fertilidade dos solos do Cerrado por parte dos agricultores baianos, que vem contando com o apoio do Governo do Estado, por meio do PROALBA (Programa de Incentivo à Cultura do Algodão da Bahia)”, afirma o presidente da Abapa, ao agradecer o empenho do vice-governador, que atuou de forma decisiva enquanto era deputado federal para levar políticas de incentivo para o desenvolvimento da cultura do algodão. A última safra de algodão garantiu 1,5 milhão de toneladas (caroço e pluma), com uma produtividade superior de 303 arrobas/hectare, com o cultivo em uma área de 331.028 mil hectares.

Para a próxima safra 2019/2020, iniciada em dezembro, a perspectiva é a consolidação da cadeia produtiva do algodão com a manutenção da área e da produção. “Estamos juntos, agricultores, Abapa e Governo com um novo desafio, de levar indústrias têxteis para o Oeste baiano, o que vai alavancar ainda mais a economia com emprego, renda e qualidade de vida para quem vive na região”, reforça Busato. Atualmente, cerca de 40% do algodão baiano é exportado para países asiáticos, como China, Indonésia, Bangladesh e Vietnã e 60% são comercializados junto às indústrias têxteis no Brasil.

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