Governo Federal e Bahia Pesca discutem assistência técnica na região do São Francisco

Ascom Bahia Pesca Atender todas as 2500 famílias da região do São Francisco em um prazo máximo de 120 dias. Essa foi a meta estabelecida pela Bahia Pesca e Ministérios do Desenvolvimento Agrário, Desenvolvimento Social, Pesca e Aquicultura durante reunião para avaliação do Projeto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), ocorrida na última terça-feira […]

Em 28/02 de 2014

Ascom Bahia Pesca

01Atender todas as 2500 famílias da região do São Francisco em um prazo máximo de 120 dias. Essa foi a meta estabelecida pela Bahia Pesca e Ministérios do Desenvolvimento Agrário, Desenvolvimento Social, Pesca e Aquicultura durante reunião para avaliação do Projeto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), ocorrida na última terça-feira (25). No encontro também foram analisados aspectos relacionados à periodicidade dos relatórios de desempenho, critérios de seleção das famílias que receberão os serviços de Ater e o apoio a pescadores e marisqueiras que não tenham documentos comprobatórios da atividade.

“Algumas das famílias que vivem da pesca não tem a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ou mesmo o Registro Geral da Pesca. Por isso definimos que a Bahia Pesca e a EBDA farão uma força tarefa para emitir a DAP.”, explica o presidente da Bahia Pesca, Cássio Peixoto, ressaltando que o esforço dos governos federal e estadual em desenvolver a Ater na Bahia visa ainda a oferta e inclusão do pescado no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Reforço na assistência
A reunião também abordou as recentes aquisições da Bahia Pesca para a prestação do serviço de assistência técnica. A empresa distribuiu, em fevereiro, computadores e GPS para o corpo técnico que está envolvido no contrato de Ater. As equipes, formadas por 30 técnicos, capacitarão e supervisionarão os processos produtivos de 2500 famílias residentes nos municípios de Casa Nova, Remanso e Pilão Arcado.

“Os novos equipamentos permitirão aos técnicos, marcar no sistema a localização exata destas famílias no território, a fim de garantir que sejam atendidas pelos programas sociais e de crédito dos governos estadual e federal. São pescadores que vivem abaixo da linha de pobreza, com renda inferior a 70 reais por mês, por cada membro da família”, enfatiza o presidente da Bahia Pesca, Cássio Peixoto, ressaltando que o contrato celebrado entre a Bahia Pesca e o MDA tem duração de dois anos e de janeiro até agora, mais de 500 famílias já foram atendidas.

As famílias serão cadastradas no Sistema de Cadastro e Administração das Atividades de Assistência Técnica na Agricultura Familiar (Sigalivre). “O sistema permite a gestão de informações relativas à situação atual da unidade familiar, identificando sua composição de pessoas, de patrimônio, de sistemas produtivos, de renda, dos aspectos ambientais, de suas carências e potencialidades”, explica a coordenadora do CadCidadão da Bahia Pesca, Iracyara Henriques.

O Sigalivre disponibiliza ainda ferramentas de planejamento que permitem fazer diversas simulações de composição de atividades pesqueiras e não pesqueiras. “Considerando os fatores de produção disponíveis e as necessidades de novos investimentos, teremos como proporcionar a melhoria da renda com sustentabilidade ambiental para a família analisada”, finaliza o coordenador do Projeto de Ater da Bahia Pesca, Jackson Ornelas.

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