Alternativas de agricultura ecológica é destaque em capacitação da Ebda

Agricultores familiares, professores, estudantes e funcionários da Secretaria de Agricultura, do município de Central, participam de curso de agroecologia, nesta quarta e quinta-feira (22 e 23), promovido pela Gerência Regional, da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), órgão vinculado à Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), em no território de identidade de Irecê. As aulas acontecem […]

Em 22/01 de 2014

01Agricultores familiares, professores, estudantes e funcionários da Secretaria de Agricultura, do município de Central, participam de curso de agroecologia, nesta quarta e quinta-feira (22 e 23), promovido pela Gerência Regional, da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), órgão vinculado à Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), em no território de identidade de Irecê. As aulas acontecem às 8h, na sede da Associação Beneficente de Palmeiras.

O curso, que conta com o apoio da prefeitura do município e da Associação, tem o objetivo de apresentar alternativas de agricultura ecológica para produção de alimentos saudáveis, sem resíduos de pesticidas. Segundo o instrutor do curso, o engenheiro agrônomo mestre em agroecologia e gerente regional da EBDA em Irecê, Edvaldo Reinaldo, serão discutidos temas como a importância da biodiversidade no manejo ecológico do solo, com preservação orgânica; controle de pragas utilizando inseticidas naturais e controle biológico.

Além das aulas teóricas, os participantes da capacitação, que possui carga horária de 16h, visitarão uma propriedade que pratica a produção orgânica. Nas aulas práticas, o público, composto por aproximadamente 50 pessoas, aprenderá a produzir compostagem, biofertilizantes líquidos e inseticidas naturais, utilizando plantas da caatinga. Na capacitação também será enfatizada a importância da utilização e formação de bancos de sementes crioulas (adaptadas à região e tradicionalmente cultivadas).

Edvaldo Reinaldo explicou que o curso promove a sustentabilidade do agricultor familiar ao evitar o êxodo rural, na medida em que eleva a qualidade de vida e o nível de autonomia. “Os agricultores terão menor custo de produção e maior lucratividade, pois grande parte dos insumos utilizados será produzida na propriedade agrícola, a exemplo dos biofertilizantes”, afirmou o mestre em agroecologia.

Fonte: Assimp/EBDA

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