30/agosto/2017- Atualizado em 30/08/2017 15:25:23

Planserv incentiva beneficiários a vencer o vício do cigarro

Se parar de fumar agora, após duas horas a pessoa não tem mais nicotina no seu sangue; depois de oito horas, o nível de oxigênio no corpo se normaliza; após dois dias, o olfato já percebe melhor os cheiros e o paladar já degusta melhor a comida; três semanas depois, a respiração se torna mais fácil e o sangue flui com muito mais facilidade. Entre cinco e dez anos após o fim do vício, o risco de sofrer infarto é igual ao de quem nunca fumou. Essas informações foram fornecidas pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca).

Imagem meramente ilustrativa | Foto: Reprodução http://www2.olsen.odo.br

O objetivo do Planserv é reforçar as ações de sensibilização e mobilização da população para os danos à saúde, sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco. “O Planserv acredita nessa campanha e continuará apoiando iniciativas que colaborem para que seus beneficiários mantenham hábitos saudáveis, o que inclui parar de fumar”, afirmou a Coordenadora de Gestão de Projetos de Saúde do Planserv, Maria Beatriz Fauaze.

Apesar da maior conscientização das pessoas a respeito dos prejuízos do fumo, grande é a prevalência de patologias associadas ao vício. Além das doenças cardíacas e vasculares, que têm um incremento importante de risco com o uso do cigarro, outro perigo decorrente do tabagismo é a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), será a terceira principal causa de morte no mundo em 2020.

Outro vilão perigoso é o câncer de pulmão. Em 4.720 substâncias identificadas em funções químicas da fumaça do cigarro, mais de 60 apresentam atividade cancerígena que pode atingir não só o pulmão, mas também órgãos como boca, faringe, esôfago, estomago, pâncreas, bexiga e rim. Além disso, o refluxo gastroesofágico, que acomete de 10 a 20% da população, é muito mais intenso em fumantes. Fumar também aumenta a incidência de úlceras gástricas e duodenais, entre outras complicações.

Solução
Estudos mostram que uma intervenção mínima, como a utilização de materiais de autoajuda, pode ajudar pessoas dispostas a parar de fumar. “Aconselhamentos, tratamento medicamentoso e terapia de reposição de nicotina sob a forma de adesivos, entre outras intervenções, podem fazer toda a diferença. O importante é saber que vencer o vício é possível”, conclui Maria Beatriz Fauaze.

Fonte: Ascom | Planserv

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