04/setembro/2018- Atualizado em 04/09/2018 8:35:41

Como reduzir o risco de Alzheimer

Fonte: Pexels

A doença do Alzheimer é uma das formas mais comuns de demência, causada pela atrofia e deterioração do cérebro, de uma forma progressiva. No entanto, o Alzheimer tem sido o foco de diversos estudos científicos em diversas faculdades pelo mundo que procuram encontrar formas de prevenir a doença.

Ciência comprovou que a doença do Alzheimer tem um grande fator genético, mas que tal pode ser também influenciado por fatores ambientais e o estilo de vida do indivíduo. Pondo em outras palavras, uma pessoa pode possuir o gene do Alzheimer que lhe dará uma maior predisposição para desenvolver demência, mas tal não significa que é um fato certo que a pessoa vai ser diagnosticada com Alzheimer.

Na atualidade, a doença do Alzheimer não tem cura, mas já estão disponíveis diversos tratamentos que visam prevenir a perda da função cerebral e aliviar alguns sintomas secundários tais como insônias e depressão. Alguns países têm investido em outras soluções mais inovadoras, como grupos para atividades e até mesmo vilas para pacientes com Alzheimer.

Realizar atividades que possam manter o cérebro mais ativo é uma das formas mais eficazes de prevenir o desenvolvimento da doença. Como auxílio, ficam aqui algumas dicas de tarefas básicas que a longo prazo são extremamente benéficas:

1 – Dormir o suficiente
Dormir é algo básico e crucial para a saúde mental. É durante o sono que o corpo tem possibilidade de relaxar e preparar para um novo dia. Privar do sono pode ter várias consequências negativas que podem afetar as funções cognitivas de um indivíduo e adicionalmente pode afetar a concentração e o sistema nervoso e imunitário.

2 – Dieta
Um corpo saudável mantém uma mente saudável. No que toca à saúde do cérebro, a dieta mediterrânea é das mais recomendadas devido a ser rica em peixes, verduras, frutas, cereais e azeite. Esta dieta é a indicada para prevenir Alzheimer por ser rica em elementos como omega 3 e antioxidantes. A gordura benéfica que é o ômega 3 reduz o declínio cognitivo, e tal se pode encontrar em uma série de peixes como sardinha, salmão e atum.

3 – Mente ativa
Aprender, estudar, ler ou interação social são exemplos de atividades que estimulam a comunicação de neurônios entre si. Esta estimulação traz grandes benefícios a longo prazo, pois fornece a capacidade ás células nervosas de contornarem futuras falhas que possam ocorrer durante a transmissão de mensagens no cérebro.

4 – Exercício físico
Em geral, exercício físico é sempre uma indicação para um estilo de vida saudável pois não só é um estimulante cerebral como também contribui para ganhos cognitivos. A atividade física contribui para uma melhor pressão arterial e circulação sanguínea para além de prevenir obesidade.

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