09/outubro/2018- Atualizado em 09/10/2018 14:39:53

Beneficiários reclamam de morosidade na entrega do Conjunto Habitacional Residencial Solar Barreiras I

Foto: Silvano Santos/Falabarreiras

Várias famílias de Barreiras esperam pela entrega do Conjunto Habitacional Residencial Solar Barreiras I, localizado próximo ao bairro Buritis saída para Angical, cuja obra já foi conclusa, mas ainda não foi entregue aos seus devidos moradores. Enquanto as moradias não são entregues, os futuros moradores dizem viver em péssimas condições de higiene e segurança, em casas improvisadas na periferia da cidade. “Não tenho dinheiro para pagar aluguel e não recebo minha casa. Já venceu o prazo e até agora nada. Queremos uma resposta do que está acontecendo, quando teremos nossas casas”, reclama uma dona de casa.

Procurado pela reportagem do Falabarreiras, o prefeito Zito Barbosa explica que o atraso na entrega do Conjunto Habitacional ocorreu devido à interrupção do repasse da verba pela Caixa Econômica, órgão do Governo responsável pelo recurso financeiro, devido à resolução de algumas pendências com a empresa responsável pela construção da obra, relacionadas a questões financeiras de insolvência.

“Eu estive com o gerente da Caixa Econômica, responsável pela parte habitacional, e a empresa responsável pela obra está praticamente ‘quebrada’, e com um agravante: foi a mesma empresa que construiu a Residencial Boa Sorte, que tem problemas seríssimos de infraestrutura. Segundo o gerente da Caixa, para liberar o restante do dinheiro que a empresa tem para receber, ela terá que resolver o problema de infraestrutura das ruas do Boa Sorte. O dono da empresa veio aqui propor uma parceria porque, segundo ele, não tem dinheiro. Falei a ele que a prefeitura não teria recursos para tal, haja vista que tudo que programamos de pavimentação nós estamos fazendo. Estamos cobrando da instituição financeira que repassou os recursos para a construção daquela obra, no caso, a Caixa Econômica. O banco tem cobrado da empresa mas a mesma se encontra insolvente. A previsão era que entregariam até o final do ano, mas no ritmo que se encontram as obras, eu acredito que não ficará pronto”, finalizou.

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